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Dima Rabik é um artista autodidacta, nascido em São Petersburgo, na Rússia.

Depois de uma viagem imprevisível á capital da Catalunha, Barcelona, Rabik sentiu a sua consciência criativa ascender e permitir-lhe conectar o Este e o Oeste de uma forma harmoniosa e fluída. A partir daí, manifestaram-se nas suas obras histórias novas e acessíveis que tocavam um redemoinho místico. Foi também nesse momento que Rabik iniciou os seus estudos sobre folclore, textos Védicos, Hinduísmo, o Alcorão (da perspetiva do Sufismo), o Hesicasmo Cristão, o Budismo Tibetano (Dzogchen) e os filósofos modernos. Com base num profundo entendimento destes tópicos, Rabik concentrou-se em estudos sobre a arte da metamorfose. Temas como o multiculturalismo e a herança artística dos diferentes povos do mundo tornam-se então muito importantes para ele.
Através de suas congregações artísticas, Rabik canaliza o seu profundamente enraizado interesse no esoterismo Oriental e chama a atenção para ideias que vão além das suas obras de arte. A sua arte é carregada de diferentes significados sagrados que visam criar uma mensagem positiva.
Consciente e ciente da importância da sustentabilidade, Rabik utiliza uma abordagem ecológica para as suas obras de arte usando, quase exclusivamente, papel reciclado feito à mão. É através do uso de materiais cuidadosamente selecionados que Rabik consegue com sucesso a estética artística dos antigos mestres da Índia e da Pérsia.
O equilíbrio entre influências ecléticas e motivos culturais no seu trabalho é indicativo do seu ímpeto criativo, e curiosidade intelectual, encorajados por uma vasta perspetiva cultural. As suas obras de arte repercutem profundamente uma nostalgia do medieval, ecoando um retorno à forma do manuscrito e ao meticuloso. Rabik vê seu trabalho como tribalizado, fragmentado e nómada e, dentro dos estágios de desenvolvimento do instante, um lugar onde todas as culturas acontecem ao mesmo tempo.